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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Diferença

Nunca serei como tu!
Rastejo a terra que pisas
Num vermelho de honra.

Não és a minha pele
A tua é azul
A minha… negra e suja.

Do teu pão, as migalhas
o meu manjar.
O meu tamanho?
O de cão.

A tua senhora, linda

Como a luz
da tumba de mármore
que nas trevas brilha.

Enquanto
a
minha…
mística vala desconhecida.

Onde estás tu?
(Silêncio)
Rico procuro-te.
Fala.
Porque gritas e não te ouço?
Porque te escondes
debaixo das nuvens do meu paraíso?

Mas porque ardes
E
eu
não?


Não sou como tu.

escrito por A.fe às 18:27

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De Anónimo a 15 de Novembro de 2005 às 12:26
A mensagem por baixo editada é de um nosso amigo literario que procura a divulgação do seu livro, ao mesmo tempo, pretende conhecer pessoas e fazer amigos.
LITERATURA PARA TODOS
“CENTELHA DE VIDA

Desde muito cedo senti despertar em mim o gosto pela escrita e pela leitura.
Como ceguei aos 16 anos, e nem sequer sonhava que existia o Braille, comecei por gravar em fitas magnéticas os meus primeiros esboços de contos.
Entretanto, na década de 90 frequentei um curso de informática e depressa descobri que com a ajuda das novas tecnologias poderia voltar a escrever e a ler. Sem grandes perdas de tempo lancei mãos à obra.
A paralisia cerebral e a cegueira nunca me provocaram complexos e sempre tive bastante facilidade em estabelecer comunicação e relacionar-me de igual para igual com o mundo circundante.
Mostrei as “minhas histórias” a amigos que, com os seus elogios, me motivaram a escrever mais.
Daí à necessidade de publicar um livro de contos foi um ápice.
No entanto, aqui as coisas complicaram-se. As várias editoras que contactei não se mostraram receptivas. Já estava quase rendido ao facto de em Portugal pouco se apostar nos novos valores, quando surgiu no meu horizonte a Edium Editores que me possibilitou alimentar de novo o sonho.
Numa edição do autor surgiu assim “Centelha de Vida”. Uma basta colectânea de contos que poderão levar, de uma forma simples e livre, o leitor a reflectir sobre a beleza da vida descoberta pelo coração de quem não vê com os olhos. Afinal a alegria de viver está no modo como aceitamos e lutamos pela própria vida.
Aceite o meu desafio. Leia e divulgue este meu livro. Ajude-me a alcançar os mil exemplares vendidos.
Estarei no nº 229607039 para falar consigo acerca de mim e da minha obra e, caso fique interessado, anotar as suas encomendas.
ana maria
(http://amcosta.blogs.sapo.pt)
(mailto:aguassantas11@sapo.pt)


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