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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Diferença

Nunca serei como tu!
Rastejo a terra que pisas
Num vermelho de honra.

Não és a minha pele
A tua é azul
A minha… negra e suja.

Do teu pão, as migalhas
o meu manjar.
O meu tamanho?
O de cão.

A tua senhora, linda

Como a luz
da tumba de mármore
que nas trevas brilha.

Enquanto
a
minha…
mística vala desconhecida.

Onde estás tu?
(Silêncio)
Rico procuro-te.
Fala.
Porque gritas e não te ouço?
Porque te escondes
debaixo das nuvens do meu paraíso?

Mas porque ardes
E
eu
não?


Não sou como tu.

escrito por A.fe às 18:27

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De Anónimo a 16 de Novembro de 2005 às 12:06
Ana Maria, relutei comigo se devia ou não comentar este teu poema. Vou fazê-lo: evidencias nele um referente de quem se menoriza, e isso não é verdade. Tu não és um ser menor. Todos somos iguais e são as diferenças que nos tornam mais próximos ( polos iguais repelem-se, diz-se no estudo da electricidade). Colocas-te nesse poema com uma visão dramática de ti própria, que eu rejeito: tu és tu, não és diferente. É a tua individualidade que te torna rica. Um beijo.JTParreira
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(mailto:jtparreira@hotmail.com)


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