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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Diferença

Nunca serei como tu!
Rastejo a terra que pisas
Num vermelho de honra.

Não és a minha pele
A tua é azul
A minha… negra e suja.

Do teu pão, as migalhas
o meu manjar.
O meu tamanho?
O de cão.

A tua senhora, linda

Como a luz
da tumba de mármore
que nas trevas brilha.

Enquanto
a
minha…
mística vala desconhecida.

Onde estás tu?
(Silêncio)
Rico procuro-te.
Fala.
Porque gritas e não te ouço?
Porque te escondes
debaixo das nuvens do meu paraíso?

Mas porque ardes
E
eu
não?


Não sou como tu.

escrito por A.fe às 18:27

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26 comentários:
De Anónimo a 24 de Novembro de 2005 às 01:48
Olá Ana

Obrigada pelas tuas palavras. E Parabéns pela nova imagem do teu "cantinho"

Um grande BeijoBetty Branco Martins
(http://bettybrmartins.blogspot.com)
(mailto:betty_martins@net.novis.pt)


De Anónimo a 16 de Novembro de 2005 às 12:06
Ana Maria, relutei comigo se devia ou não comentar este teu poema. Vou fazê-lo: evidencias nele um referente de quem se menoriza, e isso não é verdade. Tu não és um ser menor. Todos somos iguais e são as diferenças que nos tornam mais próximos ( polos iguais repelem-se, diz-se no estudo da electricidade). Colocas-te nesse poema com uma visão dramática de ti própria, que eu rejeito: tu és tu, não és diferente. É a tua individualidade que te torna rica. Um beijo.JTParreira
</a>
(mailto:jtparreira@hotmail.com)


De Anónimo a 16 de Novembro de 2005 às 12:06
Amigos a todos a minha vénia pela simpatia aqui por vós demonstrada neste meu pequeno trabalho.

Anaana maria
(http://amcosta.blogs.sapo.pt)
(mailto:aguassantas11@sapo.pt)


De Anónimo a 15 de Novembro de 2005 às 14:42
Passei para te deixar...

Um beijoBetty Branco Martins
(http://bettybrmartins.blogspot.com)
(mailto:betty_martins@net.novis.pt)


De Anónimo a 15 de Novembro de 2005 às 12:26
A mensagem por baixo editada é de um nosso amigo literario que procura a divulgação do seu livro, ao mesmo tempo, pretende conhecer pessoas e fazer amigos.
LITERATURA PARA TODOS
“CENTELHA DE VIDA

Desde muito cedo senti despertar em mim o gosto pela escrita e pela leitura.
Como ceguei aos 16 anos, e nem sequer sonhava que existia o Braille, comecei por gravar em fitas magnéticas os meus primeiros esboços de contos.
Entretanto, na década de 90 frequentei um curso de informática e depressa descobri que com a ajuda das novas tecnologias poderia voltar a escrever e a ler. Sem grandes perdas de tempo lancei mãos à obra.
A paralisia cerebral e a cegueira nunca me provocaram complexos e sempre tive bastante facilidade em estabelecer comunicação e relacionar-me de igual para igual com o mundo circundante.
Mostrei as “minhas histórias” a amigos que, com os seus elogios, me motivaram a escrever mais.
Daí à necessidade de publicar um livro de contos foi um ápice.
No entanto, aqui as coisas complicaram-se. As várias editoras que contactei não se mostraram receptivas. Já estava quase rendido ao facto de em Portugal pouco se apostar nos novos valores, quando surgiu no meu horizonte a Edium Editores que me possibilitou alimentar de novo o sonho.
Numa edição do autor surgiu assim “Centelha de Vida”. Uma basta colectânea de contos que poderão levar, de uma forma simples e livre, o leitor a reflectir sobre a beleza da vida descoberta pelo coração de quem não vê com os olhos. Afinal a alegria de viver está no modo como aceitamos e lutamos pela própria vida.
Aceite o meu desafio. Leia e divulgue este meu livro. Ajude-me a alcançar os mil exemplares vendidos.
Estarei no nº 229607039 para falar consigo acerca de mim e da minha obra e, caso fique interessado, anotar as suas encomendas.
ana maria
(http://amcosta.blogs.sapo.pt)
(mailto:aguassantas11@sapo.pt)


De Anónimo a 14 de Novembro de 2005 às 18:20
Amei sau visita, serás sempre bem vinda!
Beijos e boa semanamaheve
(http://www.inlabirintus.blogspot.com)
(mailto:maheve@gmail.com)


De Anónimo a 14 de Novembro de 2005 às 13:49
Obrigado pela visita à minha casinha onde guardo tanta coisa importante para mim.
E obrigado pelas tuas palavras, mais uma vez.
Sei que são do coração.

Beijinhos

(este foi o meu post nº 99)António
(http://eusoulouco.blogspot.com)
(mailto:a.castilho.dias@clix.pt)


De Anónimo a 14 de Novembro de 2005 às 13:47
-Hola, Ana......gracias por tus palavras...:)
De las tuyas....aun bien, q es asi, no sermos iguales, mismo q por veces eso nos confunda, y nos haga sientir incompreendidos, o no conseguir compreender los otros....
Pero es lo encanto de la vida y del ser humano...

besitos :)***dizzie
(http://www.romerodelpueblo.blogspot.com)
(mailto:dizzie_guillespie@hotmail.com)


De Anónimo a 13 de Novembro de 2005 às 17:01
Dói muito quando não nos ouvem ou não nos entendem!mfc
(http://pedemeias.blogspot.com)
(mailto:manuelfelixcosta@msn.com)


De Anónimo a 13 de Novembro de 2005 às 14:54
Ser diferente, desigual...As diferenças existem para que haja vida, se todos fossem iguai uns aos outros a vida seria no mínimo chata. É preciso ser diferente no amor, na amizade, nos dias para que possamos entendê-los com outros olhos...maheve
(http://www.inlabirintus.blogspot.com)
(mailto:maheve@gmail.com)


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