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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006

Indiferença

 

Existem momentos em que as cores fogem

dos olhos que as guardam e as palavras param

nas bocas que as fazem. Enquanto as mãos descem

nas costas e se penduram no cabide da indiferença.

 

Ana Mª Costa


escrito por A.fe às 10:14

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6 comentários:
De auréllio a 17 de Outubro de 2006 às 02:03
é belo texto.... tem um de romantismo que nunca voi igual... bom até mais....


De Ana a 18 de Outubro de 2006 às 23:23
Tristes, esses momentos. Nada há mais doloroso que a indiferença e tu soubeste dizê-lo com palavras nada indiferentes.
Um beijo.


De Miguel Gomes a 18 de Outubro de 2006 às 16:17
Até que o cabide da indiferença se perde no armário do esquecimento...

Fica bem,
Miguel


De Francisco Sobreira a 20 de Outubro de 2006 às 01:16
Ana: Que exemplo você dà, neste poema, de como com palavras comuns se faz um poema criativo. Um jinho afetuoso.


De soaresesilva a 21 de Outubro de 2006 às 19:50
Nada pior do que se chegar à indiferença! Então tudo acaba!


De Charlie a 25 de Outubro de 2006 às 09:18
A indiferença é a Morte adiada.
É o segurar o ar entre os dedos sabendo-o quase nada.
Um inspirar fundo....e desejo de mundança.
Voa e engole o azul infinito desse ceu que a tua alma anseia e sê o Sol.
beijo
Carlos


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