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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2006

Eterno do nada

 
"São estes os momentos em que gosto de escrever
quando os dedos são olhos que vêem
e quando a boca não fala.
 
São estes os momentos em que gosto de escrever
quando são os dedos que pensam o que eu penso sem falar
 
São estes os momentos em que gosto de escrever
quando retorno ao eterno do nada."
 
 
Ana Mª Costa
 

escrito por A.fe às 16:26

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4 comentários:
De Amaral a 22 de Setembro de 2006 às 11:38
O eterno do nada é tudo quanto basta para criares esses momentos fantásticos em que gostas de escrever... quando os dedos parecem ser o motor do pensamento mais profundo...


De António a 22 de Setembro de 2006 às 14:46
Querida Ana Maria!
Há quanto tempo aqui não vinha!
E tens bastante material poético novo.
Quasi todo no teu estilo intimista e metafórico.
E gostei do que li!
Alguns talvez merecessem outras leituras para uma mais plena compreensão.
Em suma...estás a trabalhar bem!

Obrigado pela tua visita e comentários.

Beijinhos


De Francisco Sobreira a 26 de Setembro de 2006 às 01:46
Menina, você está fazendo poemas cada vez melhor. Este de hoje, então. Só estranhei que os versos estivessem sob aspas, o que me levou a pensar, ao começar a lê-los, que fossem de outro pessoa. Um jinho.


De auréllio a 26 de Setembro de 2006 às 23:14
sim e quando estamos só com o silêncioi ao nosso favor... belo post e até mais...


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